CONTRATOS DE GUARDANAPO
Quantos poemas foram escritos em botequins? Quantas declarações de amor foram feitas em guardanapos de restaurante? Ou quantos projetos e esboços foram rabiscados em balcões de padaria? Muita gente já deve ter escrito sobre isso. Mas o meu tema aqui são os contratos. Quantos contratos de parcerias e joint ventures bem-sucedidos nasceram em um guardanapo que, poucos minutos antes, sustentava uma taça de vinho? Não conheço essa estatística. Mas recebi ontem à noite, escrita em

Ana Luiza Panyagua Etchalus
há 43 minutos4 min de leitura

















